O QUE É UMA OFICINA DE ORAÇÃO?
As Oficinas de Oração e Vida (TOV) são um
serviço dentro da Igreja. Não um serviço
universal, para tudo, ao contrário, tem seus
alcances e limites. Por exemplo, os TOV não se
dedicam à formação integral dos fiéis através de
documentos da Igreja, de uma doutrinação
sistemática, de formação teológica ou de
catequese...
Fundamentalmente os TOV entregam aos fiéis um
método prático para as pessoas aprenderem a
orar, e orar de uma maneira ordenada, variada e
progressiva: desde os primeiros passos até as
profundidades da contemplação.
Esta aprendizagem, não obstante, não é teórica
como num curso, mas prática como numa Oficina.
Numa Oficina se aprende trabalhando e se
trabalha aprendendo. No nosso caso os verbos
aprender e trabalhar referem-se a atividade
orante: orando se aprende a orar. Portanto, a
Oficina de Oração tem uma conotação
eminentemente experimental e prática.
Orar não consiste numa reflexão intelectual, mas
em elevar a Deus a mente - atenção e emoção - e
assim entrar numa comunicação afetiva com um TU.
É, pois, uma atividade vital e as coisas da vida
só se aprendem vivendo e praticando.
MOVIMENTO DAS CAPELINHAS DE NOSSA SENHORA
É uma forma de auxiliar a Pastoral Vocacional.
Vem sendo cultivada na Igreja a longo tempo.
Como a visita de Maria a sua prima Isabel foi
motivo de graças de Deus, também a visita da
imagem de Nossa Senhora às famílias, pode ser
motivo de oração, reflexão e incentivo
espiritual.
O Movimento das Capelinhas tem três
objetivos:
1 - Orar pelas vocações, para que Deus suscite
numerosos e santos evangelizares missionários,
apóstolos, sacerdotes, religiosos e leigos;
2 - Orar pela santificação e pelas necessidades
das famílias, principal escola de vida
autêntica;
3 - Contribuir ajudando nas despesas da formação
dos seminaristas.
A Capelinha visita em média 30 casas, sendo
levada de uma casa a outra pela própria família
que a recebe. Cada família dica um dia com a
Capelinha, levando à família seguinte por volta
das 18h. Ao receber a Capelinha a família reza
pela santificação da mesma, por suas
necessidades e pelas vocações, contribuindo
também com ofertas para formação dos
seminaristas. Cada Capelinha tem uma responsável
(zeladora), que cuida da mesma e resolve
possíveis dificuldades que apareçam.
A Paróquia de Santa Teresinha do Menino Jesus
tem 24 zeladoras que cuidam de 24 capelinhas,
que percorrem em média 450 família. Uma Equipe
Paroquial, que está ligada à Equipe Diocesana do
Movimento das Capelinhas orienta o Movimento das
Capelinhas na Paróquia.
Para receber a Capelinha em sua casa é
necessário principalmente que a família sendo
católica, tenha o coração aberto para acolher e
receber Nossa Senhora em sua casa, que ao chegar
traz seu Filho Jesus e suas bênçãos.
Se você mora na Região Pastoral da Paróquia de
Santa Teresinha do Menino Jesus e deseja receber
a visita da Capelinha de Nossa Senhora, clique
aqui.
LEGIÃO DE MARIA
Teve início na paróquia em 1959. Essa associação
foi fundada no começo do século pelo irlandês
Frank Duff. Tem por finalidade a santificação
dos seus membros pela oração e colaboração ativa
na obra de Maria e da Igreja. Está organizada à
maneira do exército, principalmente da antiga
Roma, cuja nomenclatura adotou. A sua origem,
humilde e espontânea, aconteceu depois de uma
reunião, igual às outras reuniões legionárias
que hoje se fazem pelo mundo inteiro. Um grupo
de pessoas devotas de Nossa Senhora marcou um
encontro para orar. No local havia um
altarzinho, em cima de uma simples mesa, com a
imagem da Imaculada Conceição sobre uma toalha
branca, ladeada de dois vãos de flores e dois
castiçais com velas acesas, composto por um dos
primeiros integrantes a chegar. Todos se
ajoelharam ao redor e depois de invocarem as
luzes do Espírito Santo, rezaram o terço. Ao
terminarem a oração, passaram a refletir sobre a
melhor maneira de servir a Deus e faze-lo mais
amado no mundo. Surgiu a idéia da Legião de
Maria - o exército da Rainha, Mãe de Deus -
sempre pronto na luta perpétua da Igreja. Este
alistamento inicial de Legionárias realizou-se
em Dublin, Irlanda, às 20 horas, no dia 7 de
setembro de 1921, véspera da Natividade de Nossa
Senhora.
Na Paróquia de Santa Teresinha, a associação
começou com o Praesidium Nossa Senhora Rainha
dos Apóstolos. A Legião passou a exercer seus
trabalhos apostólicos nas visitas domiciliares;
na assistência espiritual aos doentes, nos lares
e hospitais, preparando-os inclusive, para a
recepção dos sacramentos; e ainda realizando a
promoção humana, a catequese infantil e a de
adultos, bem como o encaminhamento de crianças à
missa e a preparação de casais para o Sacramento
do Matrimônio.
APOSTOLADO DA ORAÇÃO
Teve sua origem em 1844, na França, no dia da
Festa de São Francisco Xavier. Tudo aconteceu,
depois que um padre jesuíta explicou a um grupo
de estudantes piedosos a importância das orações
e sacrifícios, como auxílio aos que já trabalham
para o Senhor. As idéias do Pe. Gautrelet foram
logo colocadas em prática por aqueles jovens,
dentro do colégio, e divulgadas rapidamente no
país de origem. Procurando melhor difundi-las, o
seu autor sugeriu uma pequena organização, que
levou o nome de "Apostolado da Oração". Sendo
aprovada pelo Papa Pio IX, espalhou-se pelas
outras nações.
A associação foi fundada na Igreja de Santa
Teresinha em janeiro de 1936, quando era Reitor
Pe. Geraldo Pelzers.
As zeladoras do Sagrado Coração, denominação das
integrantes, foram as grandes colaboradoras das
atividades promocionais da Igreja, destacando-se
o trabalho realizado para a construção do
templo.
Sociedade de São Vicente de Paulo
(Vicentinos)
A Sociedade de São Vicente de Paulo, conhecida
pelas iniciais SSVP, no Brasil, é uma
organização e um movimento católico
internacional de leigos, fundada em Paris,
França, no ano de 1833, por Antônio Frederico
Ozanam (na época com 20 anos de idade) e alguns
companheiros. Colocada sob o patrocínio de São
Vicente de Paulo, inspira-se no pensamento e na
obra deste Santo, esforçando-se, sob o influxo
da justiça e da caridade, para aliviar os
sofrimentos do próximo, mediante o trabalho
coordenado de seus membros. Fiel a seus
fundadores tem a preocupação de renovar-se
constantemente e adaptar-se às condições
mutáveis do mundo. De caráter católico, está
aberta a quantos desejam viver sua fé no amor e
no serviço a seus irmãos. A unidade da SSVP no
mundo é representada por sua REGRA
(REGULAMENTO). Busca, incansavelmente, um
trabalho de maior contato e aproximação com a
Igreja, através do Clero.
Nenhuma obra de caridade é estranha a SSVP. Sua
ação compreende qualquer forma de ajuda, por
contato pessoal, no sentido de aliviar o
sofrimento e promover a dignidade e a
integridade do homem. A SSVP não somente procura
mitigar a miséria, mas também descobrir e
remediar as situações que a geram. Leva sua
ajuda a quantos dela precisam, independentemente
de raça, cor, nacionalidade, credo político ou
religioso e posição social: daí a existência das
chamadas Obras Unidas (asilos, creches,
hospitais, etc.).
Os membros da SSVP, Confrades e Consócias (os
Vicentinos), são unidos entre si pelo espírito
de pobreza e de partilha. Formam, no mundo
inteiro, com aqueles a quem prestam auxílio, uma
só família, buscando contato com todos os demais
movimentos e organizações inspirados em São
Vicente de Paulo: é a FAMÍLIA VICENTINA. Os
vicentinos procuram, pela oração, pela meditação
da Sagrada Escritura e pela fidelidade aos
ensinamentos da Igreja, ser testemunhas do amor
a Cristo, em suas relações com os mais
desprovidos, bem como, nos diversos aspectos da
vida.
A coordenação do trabalho vicentino depende de
uma organização simples, mas complexa: primeiro
existem grupos, tradicionalmente chamados de
Conferências, que se reúnem com regularidade e
freqüência. Essas Conferências são unidas entre
si por meio de Conselhos Particulares, de âmbito
local. Esses são vinculados a Conselhos
Centrais, órgãos executivos em determinada
circunscrição. Na seqüência hierárquica há os
Conselhos Metropolitanos, de âmbito regional. Em
nível nacional existe o Conselho Nacional do
Brasil, com sede no Rio de Janeiro, RJ.
Coordenando o trabalho em todo mundo está o
Conselho Geral Internacional, em Paris, na
França. Cada um dos Conselhos deverá ter formado
uma Equipe especial, com trabalho voltado para a
juventude, denominada COMISSÃO DE JOVENS. O
maior trabalho de formação vicentina está a
cargo, no Brasil, das Escolas de Caridade de
Antônio Frederico Ozanam (ECAFO).
Atualmente a SSVP está presente em 135 (cento e
trinta e cinco) países, com um número aproximado
de 500 mil membros. O Brasil é o maior país
vicentino do mundo: são 20 mil Conferências,
1754 Conselhos Particulares, 272 Conselhos
Centrais, 30 Conselhos Metropolitanos e 2 mil
Obras Unidas, coordenados pelo Conselho Nacional
do Brasil. São 250 mil membros. A Conferência
São José, no Rio de Janeiro foi a primeira no
Brasil, fundada no ano de 1872.
RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA
A RCC surgiu na Igreja Católica no momento em
que se começava a procurar caminhos para pôr em
prática uma renovação eclesial desejada pelo
Concílio Vaticano II.
Não se havia passado um ano sequer ao término do
Concílio, quando, em outubro de 1966, começou a
despontar o movimento religioso chamado agora
"Renovação Carismática". Nesta circunstância, a
Renovação aparece como um acontecimento
pós-conciliar estreitamente vinculado ao próprio
Concílio, em uma conjuntura histórica importante
para a Igreja Católica.
Outono de 1966: "Um grupo de pessoas, membros de
faculdades da Universidade de Duquesne do
Espírito Santo, reuniam-se freqüentemente para
momentos de oração fervorosa e para conversar
sobre a vitalidade de sua vida de fé. Aqueles
professores haviam se dedicado durante muitos
anos ao serviço de Jesus Cristo, entregando-se a
várias atividades apostólicas. Apesar disso,
estavam sentindo que algo faltava em sua vida
cristã pessoal. Ainda que não pudessem
especificar o porquê, cada um reconhecia que
havia certo vazio, falta de dinamismo,
debilidade espiritual, em suas orações e
atividades. Era como se a vida cristã dependesse
demasiado de seus próprios esforços, como se
avançassem sob seu próprio poder e motivados por
sua própria vontade.
Conscientes de que a força da comunidade cristã
primitiva estivera na vinda do Espírito Santo em
Pentecostes, começaram a orar para que esse
divino Espírito manifestasse neles Sua presença
cheia de poder, em favor de sua própria vida
espiritual e do trabalho apostólico. Dessa
forma, os professores de Pittsburgh (EUA)
começaram a pedir em oração que o Espírito Santo
lhes concedesse uma renovação e que o vazio que
seus esforços humanos haviam deixado fosse
plenificado com a vida poderosa do Senhor
ressuscitado. Cada dia rezavam uns pelos outros:
"Vem, Espírito Santo!". A partir de 1967, houve
uma explosão de manifestações de Deus na vida de
muitos grupos que insistentemente pediam a
renovação no Espírito Santo. Em diversos lugares
do mundo se experimentou uma nova efusão do
Espírito Santo.
Grupo de Oração de Santa Teresinha: Quintas
Feiras, às 20h.