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Pastorais
CONSELHO PAROQUIAL DE
PASTORAL
CLAUDEIR CARNEIRO
O CPP –
Conselho Paroquial de Pastoral – grupo de
pessoas, escolhidas pela comunidade, em
Assembléia Paroquial e em comunhão com o
pároco, e que representam a comunidade, os
ministérios, as pastorais e movimentos
existentes na paróquia, e têm como missão o
serviço da animação pastoral da paróquia.
O CPP tem a
missão de garantir a vida de comunhão na
paróquia. Por isso, é responsável pela
organização e articulação das pastorais, e
pela espiritualidade e formação dos fiéis.
Ao CPP cabe refletir, planejar, decidir,
animar e revisar toda a ação pastoral da
paróquia. Ele deve preparar, organizar e
realizar as Assembléias Paroquiais de
Pastoral. Ele encaminha a realização do
Planejamento Paroquial de Pastoral. A ele
cabe conhecer a realidade e seus desafios,
julgá-la com os olhos da realidade e da
Palavra de Deus, e estimular ações
transformadoras que a tornem sinal do Reino
de Deus.
Desde o
Concílio Vaticano II (1962-1965), a Igreja
Católica assumiu um rosto novo. Ela foi
definida como Povo de Deus. Insiste-se mais
na dimensão da Igreja-comunhão. É o novo
jeito de ser Igreja-família,
Igreja-participação, Igreja-comunidade,
Igreja-povo. Nela, todos os fiéis são
co-responsáveis pela vida cristã e pela
missão evangelizadora. Todos os batizados
têm carismas ou dons, para serem postos a
serviço da comunidade. O CPP é a expressão
organizacional da Igreja, que pretende ser
mais participativa e comunitária.
O CPP tem
como finalidade garantir a presença de todas
as forças vivas na animação da ação pastoral
da paróquia.
A função
principal é a de ser um lugar de
participação, reflexão, decisão, execução e
avaliação pastoral. O CPP é um instrumento
de representação da comunidade e de
articulação pastoral. O CPP é um espaço e
instrumento de comunhão, de cidadania e
democracia na Igreja.
Há inúmeras passagens bíblicas que
podem servir de fundamento para a prática de
uma Igreja comunitária e participativa.
Podemos citar as seguintes: Êxodo 18,13-27:
Moisés organiza o povo em grupos para melhor
conduzir a convivência entre as pessoas e a
sociedade. Números 11,24-30: O Senhor retira
um pouco do espírito de Moisés e o reparte
entre os setenta anciãos do povo. Marcos
3,13-19: Jesus forma o grupo dos Doze
apóstolos. Marcos 6,39-40: Jesus pede que a
multidão seja formada em grupos de cem e de
cinqüenta, para a distribuição dos pães.
Atos 1,21-26: Pedro pede à comunidade para
escolher o substituto de Judas, o traidor.
Atos 15,6-29: os apóstolos e os anciãos de
Jerusalém se reúnem em conselho para
resolver sérios problemas da Igreja
primitiva. Enfim, toda a obra evangelizadora
de Jesus Cristo foi feita na unidade com
seus discípulos. Nas comunidades primitivas,
tudo era comum entre os fiéis, também o
trabalho da missão. Paulo deixa em cada
comunidade um grupo de pessoas que
continuava a sua obra evangelizadora.
O CPP da
Paróquia de Santa Teresinha está assim
constituída:
Coordenador: Claudeir Carneiro
Vice-coordenador: Paulo Calil
Secretária:
Rosiani T. Silva
2a.
secretária: Carolina Ghiselli
CONSELHO ADMINISTRATIVO
PAROQUIAL
Antonio Perini Filho e Wanderley Lopes
Ajudar o
pároco na administração dos bens da
Paróquia, em conformidade com as Leis Civis
e Canônicas e as normas
dadas pelo Bispo diocesano. Cuidar para que
os bens da paróquia sejam administrados de
acordo com Código de Direito Canônico.
ACOLHIDA
Claudia Maria Junqueira
Acolher, sem
distinção, com cuidado e zelo, todos os que chegam à
Paróquia. Através deles, Deus quer manifestar a sua
ternura, o seu carinho e a sua alegria de Pai, que
acolhe seus filhos e suas filhas. Em cada rosto e
olhar, é Cristo que nos acolhe. Em cada abraço e
aperto de mão, somos recebidos pelo Senhor.
APOSTOLADO DA ORAÇÃO
Penha Maria Alves Cruz
Há muitos caminhos para se amar e servir a Deus e cada um deve
buscar, em seu íntimo, a forma de retribuir os talentos recebidos.
Mas, homem ou mulher de qualquer idade, se você tem especial
devoção ao Sagrado Coração e à Eucaristia, busca intensamente sua
santificação e, através da oração, busca a santificação do outro,
junte-se ao Apostolado da Oração (AO). Comece freqüentando as
reuniões para conhecer e familiarizar-se com seus deveres e
compromissos: você entra como um "Zelado", quer dizer, haverá um
"Zelador" responsável pela sua integração e participação no grupo,
que vai cobrar sua freqüência e orientar sua caminhada. Com o
tempo, você deve trazer novos membros para o grupo, e se tornará
Zelador.
O AO nasceu na França, em 1844, com o Pe. Gautrelet S.J e chegou
ao Brasil com os jesuítas, em 1867. Uma publicação, "Mensageiro do
Coração de Jesus", hoje dirigida pelo Pe. Roque Schneider, é a
principal fonte de notícias e leituras para seus membros. Ser
membro do AO é viver em sintonia com os caminhos da Igreja e em
relação una com Ele. É cultivar a plena integridade entre a vida
prática e a fé, oração e serviço, Deus na vida e vida em Deus.
Em missa festiva, o Apostolado de Oração fez a entrega da fita
vermelha marca centenária e tradicional do Apostolado da Oração
que distingue seus participantes a uma nova participante do grupo
na Missa comemorativa do Sagrado Coração de Jesus, no dia 23 de
junho, sexta-feira, às 17 horas.
É neste dia que os novos participantes do Apostolado da Oração
recebem a fita vermelha estreita e os Zeladores, a fita larga –
sinal de que se comprometem em zelar pelo Coração de Jesus,
convidar e zelar por novos participantes e suas famílias e
divulgar as 12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus a seus fiéis.
A Associação do Apostolado da Oração é aberta a todos que queiram
ingressar, basta, participar de Adorações Eucarísticas e fazer,
diariamente, o Oferecimento do Dia, oração com intenções do Papa
diferentes a cada mês e freqüentar as reuniões do grupo, que
acontecem nas primeiras sextas-feiras do mês às 15 horas.
-
ASSOCIAÇÃO DOS VICENTINOS Silvio
de Oliveira
Vive o Evangelho
através de uma aspiração de vida mais evangélica.
-
Detecta e serve diretamente as várias situações de pobreza,
vivendo uma espiritualidade cristã, à maneira de Vicente de Paulo
e de Frederico Ozanam.
-
Revela Cristo, que serviu e amou a todos, principalmente os mais
pobres.
-
Oferece um testemunho de fé, mais por obras que por palavras em
todo o contacto pessoal, numa mútua santificação.
-
Compromete-se a cumprir a Regra da S.S.V.P., que define a vocação
e missão de Sociedade de São Vicente de Paulo com humildade e
espírito de pobreza, juventude e alegria; criatividade, dinamismo
e ousadia centrando a sua ação na tradicional visita domiciliar,
nunca esquecendo que a seu lado pode estar o "seu próximo" (aquele
que mais precisa de nós).
BATISMO
Sonia
Maria Rodrigues
Preparar Pais, Padrinhos e Adultos para
o primeiro Sacramento da Iniciação Cristã e conscientizá-los
sobre a verdadeira missão que cada um terá, na caminhada para
o crescimento e amadurecimento da fé.
CAMPANHA DA FRATERNIDADE
Kátia Cândida G. G. Almeida
Uma atividade ampla de
evangelização, que ajuda as pessoas de boa vontade a
concretizarem a transformação da sociedade, a partir de um
problema específico, que exige a participação de todos na sua
solução. Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito
comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em
particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a
vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência
central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade
de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e
solidária.
-
CANTO
Selma Neder Abo
Arrage
É de Santo Agostinho a
afirmação: “Se queres saber o que cremos, vem ouvir o que
cantamos.”
- O
canto está ao serviço do louvor a Deus, da vivência do momento
da celebração e do mistério celebrado. O canto é litúrgico
quando está ao serviço dos mistérios celebrados ou quando
evoca e leva a viver o mistério celebrado. Não é apenas para
embelezar a Missa, mas para nos ajudar a rezar. E cada canto
deve estar em plena sintonia com o momento litúrgico que se
celebra, a fim de que não se cante "na Missa" mas se cante "a
Missa". O Concílo Vaticano II diz que "a música sacra será
tanto mais santa quanto mais intimamente estiver ligada à ação
litúrgica". Assim ela favorece a unidade do Povo de Deus e dá
maior solenidade e beleza aos ritos sagrados. O Canto, na
Liturgia, não é só para enfeitar e fazer a celebração ficar
mais bonita. É mais que isso. Ele "é" oração, pois, "quem
canta reza duas vezes".
-
CANTO, ORAÇÃO DO POVO DE DEUS
- O
canto litúrgico não tem o sabor de canto teatral. Deve estar
isento de vaidade e exibição. Convém que se ouça o conjunto
todo das vozes e não apenas uma ou duas vozes que se
sobrepõem. Também, o som dos instrumentos é para ajudar as
vozes e não para abafar o canto. O que se deve ouvir é um povo
cantando, a não ser quando um salmista está fazendo o solo. A
Equipe de Liturgia não é para "substituir" o canto da
Assembléia, mas para animá-la a cantar. Não pode ser um grupo
separado, fora do corpo da comunidade, mas uma "equipe de
animação" que leva todo o Povo de Deus a cantar.
- Para
isso o Concílio recomenda que se use inteligentemente do canto
religioso popular, que está mais na alma do povo. O canto da
Missa fica "elitizado", cantado só pelos grupinhos
especializados. Levar toda assembléia a cantar. Assim diz o
salmista: "Feliz o povo que vos sabe louvar! Ele caminha na
luz da vossa face, Senhor!" (Sl 89 ou 88,16).
- Louvar
a Deus cantando é coisa que nos faz mais felizes. Por isso o
salmista recomenda:
-
"Louvai a Deus, pois é bom cantar ao Senhor, doce é seu
louvor. Entoai ao Senhor o louvor,
cantai ao nosso Deus com a harpa! Glorificai o Senhor,
Jerusalém, louvai teu Deus, ó Sião" (Sl 147 ou 146,1.7.12)
CAPELINHAS
Maria
de Lourdes Fontes
Evangelizar as famílias pela
visita de Maria na Capelinha, como um
instrumento propagador da Palavra de Deus, favorecendo a união
fraterna e a oração, especialmente a do Terço. Propagar a
devoção a Nossa Senhora.
CATEQUESE
Irma
de Lima
Incentiva e vivencia os conteúdos da catequese renovada,
integrada à realidade da sociedade, educando e conduzindo para
a iniciação Eucarística.
Oferecemos na Paróquia: a
PRÉ-CATEQUESE, 1a. EUCARISTIA, PERSEVERANÇA e
CATEQUESE DE ADULTOS.
COMISSÃO DE FESTAS
Planeja e executa
as principais festas da Comunidade, além de
auxiliar na obtenção de recursos para a Paróquia.
COMUNICAÇÃO
Eliza S. Magezi
Comunicação
- imprescindível para o ser humano.
Todo o ser humano precisa manter se informado e
interagir com a sociedade em que vive. Precisa ter
acesso a toda a informação que lhe seja útil e
também precisa ter a liberdade de opinar e também
ter acesso para trabalhar para melhorar o meio em
que vive. Dentro de uma comunidade paroquial também
deve funcionar assim para que o Evangelho seja
plenamente colocado em prática e o reino apregoado
por Cristo se manifeste.
A
Igreja também tem a obrigação utilizar todos os
meios modernos de transmitir a informação como
Internet. Caso contrário ficará ultrapassada e morta
em si. A Igreja ativa e motivada mantém a
continuidade dos Atos dos Apóstolos da Bíblia onde
narra a história dos primeiros cristãos. Fatos e
obras importantes da Igreja hoje dão continuidade
aos atos dos Apóstolos.
Procuraremos assim informar e aceitar sugestões como
um canal aberto para o diálogo entre todos os
cristãos.
COROINHAS
Karina Pregnolato Reis
Uma pastoral onde as crianças encontram o
seu espaço para servir a Deus, nas
celebrações e na evangelização de outras
crianças, através de seu testemunho e
convivência.
São crianças que participam do ato
litúrgico, com conhecimento de cada parte da
celebração.
A preparação dos coroinhas é feita por uma
formação constante, através de teoria e
prática, onde cada espaço dentro e fora da
igreja, que esteja ligado às celebrações é
estudado para consciência de sua importância
e uso nos atos litúrgicos; assim também
ocorre com o estudo e uso de todos os
objetos litúrgicos: paramentos (roupas) e
símbolos litúrgicos, para que assim, o
“serviço” do altar não seja mais um ato
mecânico e, sim, mais um ato verdadeiramente
compreendido e vivenciado.
A vida de Cristo foi dedicada a servir o
próximo. Da mesma forma, o coroinha é
chamado a servir como Cristo. No ser
serviço, o coroinha deve buscar sempre a
alegria e a disposição, o contato fraterno e
amigo, o respeito e a dedicação às coisas
sagradas.
Quem pode ser coroinha? O que é necessário?
Toda criança alfabetizada até 13/14 anos. É
necessário a freqüência nos encontros de
formação, que ocorrem aos sábados, às 14
horas; ter vontade de ajudar, ser disponível
para Deus e sua comunidade e esforçar-se
para ser bom, procurando viver o que Jesus
viveu.
-
Estamos esperando por você, que tem de 8 a
13 anos, para também fazer parte da nossa
Pastoral!!!!!
COZINHA
Fátima
Goes e Eliza S. Magezi
Planeja e executa
junto com a Comissão de Festas, as principais festas da Comunidade,
confecciona os pães todos os meses, para
auxiliar na obtenção de recursos para a Paróquia.
CRISMA
Prepara as pessoas que
desejam confirmar sua fé católica, para receber o Sacramento
da Crisma (ou Sacramento da Confirmação); de modo que
assumam seus papéis como cristãos e católicos, sendo luz do
mundo e sal da terra.
Educa os jovens para a consciência de batizados,
preparando-os para assumir a fé cristã como adultos;
orienta-os para a responsabilidade de dar testemunho do
Cristo na vivência dos mandamentos de Deus.
-
DÍZIMO Walter
Rosevelte e Marilena G. Rosevelte
O papel preponderante da
equipe da Pastoral do Dízimo é o de ser conscientizadora.
- "Dízimo e Oferta: qual é
a diferença?
- Em Levítico 27, 30
podemos ler que “Todos os dízimos da terra, tomados das
sementes do solo ou dos frutos das árvores são propriedade
do Senhor: é uma coisa consagrada ao Senhor.”
- Desta forma, o dízimo é a
devolução do que pertence a Deus, pois é propriedade do
Senhor que estava sob nossa tutela.
- Se devolvemos o que
pertence a Deus, o que nos sobra é nosso por obra e graça
de Deus e podemos fazer uso conforme nossas necessidades.
- No entanto, a nossa
generosidade cristã nos impulsiona muitas vezes a
compartilhar com nossa comunidade parte do que é nosso.
Esta contribuição feita a partir do que nos pertence, após
devolver o que pertence a Deus, é uma oferta.
- Portanto, o Dízimo não
nos pertence, pertence a Deus e por isso Lhe deve ser
devolvido. Já a oferta é compartilhar parte do que é nosso
por direito e, portanto, é expressão de generosidade para
com os irmãos e amor e gratidão a Deus por tudo que Dele
recebemos.
- Cada um que dá as suas
ofertas, com alegria é co-participante da obra do Senhor,
construída com aquela oferta.
- Tanto o dízimo quanto a
oferta devem ser medidos conforme o coração, porque o
coração tem a medida do amor e da justiça, da abundância e
nunca da miséria.
- Quando eu conheço as
necessidades da minha comunidade, dos meus irmãos, devo
corresponder a estas necessidades.
- Dízimo é um ato de fé, de
compromisso, de gratidão e de reconhecimento a Deus pelo
que Ele é e pelo que fez e faz por nós. Ao oferecer o
Dízimo o cristão expressa a sua convicção de pertença a
Deus, tanto de si mesmo como de tudo o que possui. Antes,
portanto, de ser partilha o Dízimo é ação de graças.
- É importante saber que,
por intermédio do Dízimo, o cristão reconhece que deve
devolver, retribuir a Deus uma parte dos bens que lhe são
dados pelo mesmo Deus. Ao conseguirmos algo, é porque Deus
quer e permite. Essa atitude deve levar cada um de nós a
conscientização de que fazemos parte de uma comunidade
pela qual cada um de nós é responsável.
- Evangelizar é dever de
todo cristão e é uma tarefa árdua, ampla e difícil, que
deve ser feita com muito amor. O Dízimo possibilita esta
evangelização.
- Quando você vem à Igreja
participar da Santa Missa, percebe que tudo que existe
aqui é para o seu próprio bem. Você encontra tudo que é
necessário para uma boa celebração. Você entra e senta nos
bancos, está tudo limpo; olha para o altar, velas acessas
e flores. Olha para cima, a luz está iluminando, o sistema
de som funcionando, e não percebe que alguém está
contribuindo para que isto aconteça. Não podemos esquecer,
ainda, a compra de materiais e utensílios litúrgicos
(hóstias, cálices, cibórios, folhetos litúrgicos, etc.), a
conta de água, telefone, material para a secretaria,
salário do padre e dos funcionários, manutenção da igreja,
despesas pastorais, com a formação, com a manutenção dos
locais de reunião, da casa paroquial, despesas com a
promoção humana e social, etc. Para atender todas estas
necessidades e outras não mencionadas a Paróquia necessita
do Dízimo de todos.
- DÍZIMO é um compromisso
assumido com a comunidade; é um direito e um dever que
leva a uma contribuição regular e estável através da qual
a Paróquia se mantém. A OFERTA, por sua vez, é um gesto
espontâneo, dado quando possível e sem a necessidade de
uma quantia estável. Ambos – dízimo e oferta – se
complementam e são as bases de sustentação de uma
Comunidade organizada e evangelizadora.
- A Equipe da Pastoral do
Dízimo tem esta missão: conscientizar os paroquianos sobre
sua responsabilidade para com a Comunidade onde vivem e da
qual fazem parte.
- O objetivo primeiro da
Equipe da Pastoral do Dízimo é:
- conscientizar os fiéis
sobre a dimensão bíblica, teológica e espiritual do
Dízimo;
- mostrar que o Dízimo é um
ato de fé, de esperança e de caridade;
- testemunhar a alegria de
uma vida agradecida a Deus, através da oferta mensal do
Dízimo; apresentar o Dízimo como condição central da
experiência de comunhão e participação e, portanto, da
experiência de ser e de agir como Igreja.
-
GRUPO DE SANTA TERESINHA
Maria Helena P. Reis
O Grupo de Santa Teresinha tem por objetivo,
atualizar e divulgar a vida espiritual de
Santa Teresinha.
Com essa finalidade, os seus membros se
reúnem no primeiro sábado de cada mês, das
14h15 às 15h30, para estudo e debate do
livro: "História de uma alma" -
autobiografia da Santa -, cuja leitura é
geralmente realizada em casa. através do
diálogo, da reflexão em grupo e de
testemunhos, as mensagens são trazidas para
os dias de hoje, questionando-se os valores
atuais, especialmente os mais ligados à
família. Estimulados pelos exemplos de Santa
Teresinha, os integrantes do grupo se
esforçam na busca de uma vivência cristã
mais autêntica, ao mesmo tempo que procuram
divulgar a espiritualidade teresiana por meio
de gestos concretos. Entre eles, nas Missas
do primeiro domingo de cada mês, em que a
"Santa das Rosas" é celebrada de maneira
especial, fazem oferta de novenas, de rosas,
sorteio de imagens, de medalhas, com uma
rápida explanação sobre alguns aspectos da
sua vida.
PASTORAL DA
FAMÍLIA Paulo Cesar de F.
Calil e Denise Calil
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Reunião da Pastoral
da Família
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A IGREJA
DOMÉSTICA
O Pai, o Filho e o Espírito Santo são o
modelo sublime da família. Cristo nasceu e cresceu no seio
da Sagrada Família de Nazaré. A Igreja é a família de
Deus. Nos primeiros tempos do Cristianismo, o núcleo da
Igreja eram aqueles que se tornavam cristãos, com toda a
sua família.
O mundo
incrédulo de hoje é a continuação do mundo incrédulo
daquela época. Por isso, como aquelas primitivas famílias,
as nossas famílias são essencialmente importantes. A nossa
família é o primeiro núcleo da Igreja, que não é uma
construção de pedra e tijolos ou madeira, mas a união dos
filhos de Deus.
É essa a
função da Pastoral da Família: a vivência do Evangelho,
que não é senão a presença viva e atuante de Cristo. Essa
vivência começa na família, a primeira escola de vida
cristã: os filhos conhecem Cristo pela palavra e pelo
exemplo dos pais.
É uma tarefa
muito grande para nós, é uma responsabilidade sem tamanho,
mas nós humildemente nos entregamos nas mãos de Deus.
Pedimos a luz do Espírito Santo para que se cumpra o plano
de Deus em nós.
Somos
felizes em servir, mesmo não sabendo ser muito bons
servos. Este ano a nossa Pastoral da Família realizou o
seu primeiro Curso de Noivos, com palestras proferidas
pela Equipe Diocesana de Pastoral da Família, nos dias 1 e
2 de abril. Os noivos aprenderam que eles estão fundando
uma Igreja: a sua família.
Teremos este
ano, mais três Cursos de Noivos: em 24 e 25 de junho, 2 e
3 de setembro e 11 e 12 de novembro. A temática será
sempre esta: a Igreja doméstica. Reavivar nos noivos a
chama do amor de Cristo, a ânsia de viver esse amor. Eles
devem saber que não estão fazendo uma festa, mas recebendo
um sacramento; serão uma família como o Pai, o Filho e o
Espírito Santo são a família divina.
Na Semana da
Família, 12 a 19 de agosto, deveremos organizar mais um
dia de reflexão para casais, como fizemos em novembro de
2005.
-
Realizamos a
reunião ordinária da nossa Pastoral da Família, todo
primeiro sábado do mês, às 15h, nas dependências
paroquiais. Ficaremos honrados com a sua presença, se
quiser visitar-nos.
CURSO DE NOIVOS
José Carlos M.
Brandão e Sonia Brandão
Conscientizar e preparar para o Sacramento do
Matrimônio. Tem como objetivo a evangelização da família
para que, educada no amor, possa ser transmissora da fé,
formadora da personalidade, promotora do desenvolvimento
e do senso comunitário. A família deve ser ajudada a
alcançar suas metas fundamentais e permanentes: viver,
crescer na fé e aperfeiçoar-se como comunidade de
pessoas; ser "santuário da vida", ser "célula primeira e
vital da sociedade" e ser "Igreja doméstica" e "Igreja
missionária".
FORMAÇÃO
Ana Grigoli
GRUPO DE
JOVENS Lylian Pires de
Campos
Despertar os jovens para
a pessoa e a proposta de Jesus Cristo, desenvolvendo com
eles um processo global de formação, a partir da fé, para
formar líderes capacitados a atuarem em outros ministérios
da Igreja e em seu meio específico, comprometidos e levando
uma vida de comunhão e participação.
-
GRUPO DE ORAÇÃO
Thaís Martins Ribeiro
O
Grupo de Oração tem como carisma
acolher as pessoas, levando-as a terem um encontro
pessoal com Deus, a fazerem uma experiência do Seu
amor, descobrindo assim que Ele é o grande motivo
da nossa alegria e de nossa vida.
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LEGIÃO DE MARIA Aracy
Cavichini Pires
Legião de Maria é uma associação de
leigos que, com a aprovação da
Igreja se constituem em
Legião para servir no mundo. É
uma associação que é constituída por um tripé: oração,
reunião e trabalho.
-
Tem como fim a glória de Deus, pela santidade de seus
membros, através de oração e por um trabalho de apostolado
em favor do próximo.
-
A reunião da Legião acontece uma vez
por semana e nessa mesma reunião são-lhes passadas as
tarefas que devem concretizar. Nesses trabalhos os
Legionários espelham-se na humildade de
Nossa Senhora e levam o conforto
e amor de
Deus a todas as pessoas que dele
precisem.
-
LEITORES DE MISSAS
Cícero C. Leal de
Souza e Rosiane Ap. T. da Silva
- O Ministério do Leitor
- «O leitor é instituído para
fazer as leituras da Sagrada Escritura, com exceção do
Evangelho. Pode também propor as intenções da oração
universal e ainda, na falta do salmista, recitar o salmo
entre as leituras. O leitor tem na celebração da
Eucaristia uma função que lhe é própria e que deve
exercer por si mesmo, mesmo que haja ministros de grau
superior. Para que a audição das leituras divinas
desperte no coração dos fiéis aquele afeto vivo e suave
pela Sagrada Escritura, é necessário que os leitores
encarregados deste ofício, embora não tenham recebido a
instituição, sejam realmente idôneos e cuidadosamente
preparados.»(IGMR n.66)
LITURGIA
Kátia Cândida G. G. de Almeida e
Maria Elisa Mendes
Estuda e organiza as celebrações comunitárias dos
sacramentos, particularmente a Eucaristia, para que o louvor
a Deus e a ação de graças sejam sempre expressos com
respeito, dignidade e amor.
Responsável pela
Celebração, de forma que antes de apresentar ao povo o
mistério que vai ser celebrado, eles já rezaram esse mesmo
tema, fazendo com que ajude a Assembléia a rezar melhor
durante a Celebração.
-
MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO
Rafael Resti Calil
O Código
de Direito Canônico de 1983 (cân.230,3) afirma que,
onde a necessidade da Igreja o aconselhar, na falta
de ministros, podem os leigos exercer o ministério
da Palavra, presidir às orações litúrgicas,
administrar o Batismo e distribuir a Sagrada
Comunhão.
- A
Eucaristia é o Sacramento que alimenta e identifica
o ser da Igreja. Sendo assim, necessita de pessoas
que, situadas em sua realidade vivencial, garantam a
presença viva de Jesus Cristo no meio dos seus. Como
leigo voluntário se coloca à serviço da comunidade
de fé. O Ministro Extraordinário da Sagrada
Comunhão, é convidado para estar a serviço
da Eucaristia. Não é privilégio, ou
motivo de vaidade, mas abnegação, conversão diária,
responsabilidade; um compromisso muito sério com a
própria comunidade, principalmente com os doentes e
idosos. A Eucaristia precisa gerar compromisso e
fidelidade.
- O Ministro Extraordinário da Comunhão
Eucarística (MECE) deve distinguir-se por uma vida
cristã coerente e humilde, por uma situação familiar
exemplar e gozar da estima da comunidade. É
conveniente que a escolha desse Ministro recaia
sobre quem já deu provas o bastante de comunhão,
dedicação à Igreja e apostolado. Deve ainda ter
recebido os três sacramentos da iniciação cristã
(batismo, crisma e primeira eucaristia), cultivar a
piedade eucarística e ser modelo para os outros, de
participação ativa e plena na celebração
eucarística. Normalmente o sacerdote da paróquia, ao
observar a conduta do cristão e de acordo com a
necessidade, faz o convite para o ministério e passa
ao cristão algumas orientações sobre tal. Aceito o
convite, passa por uma formação na paróquia tomando
consciência do ministério que irá assumir.
- Algumas atribuições do ministro, antes, durante
e depois da missa:
- Limpeza das alfaias e paramentos;
- Arrumação do altar;
- Arrumação da credência (pequena mesa onde são
colocados os materiais litúrgicos a serem utilizados
na celebração);
- Preparação das galhetas com água e vinho;
- Arrumação do cálice, das âmbulas, preparação das
hóstias a serem consagradas
- Auxiliar o padre na entrega da comunhão aos
fiéis, etc.
- Engana-se, porém quem acha que ser ministro
extraordinário da comunhão eucarística é apenas
auxiliar o padre em suas celebrações, pois a mais
sublime e gratificante das funções deste é levar o
Corpo de Cristo aos idosos ou doentes que por
ventura por suas debilidades não possam ir até a
igreja para recebê-la. Essa sim é a maior
experiência do ministério. Os ministros têm que se
dedicar ao máximo à Igreja e apaixonar-se pelo
ministério, pois o tempo passa rápido e não podemos
deixar que esse tempo leve para longe o que há de
mais significativo em nossa vida cristã que é a
nossa dedicação, atenção e doação a esses idosos e
doentes.
- O MECE deve ser uma pessoa que vive uma profunda
intimidade com Jesus Eucarístico, deve ser um
apaixonado por Jesus Eucarístico. “Não é para
ficar numa âmbula de ouro que Jesus desce, a cada
dia, do céu. Mas, para encontrar um outro céu: o da
nossa alma, onde Ele encontra as suas delícias”.
– Santa Teresinha
- “É no encontro com Cristo que a pessoa
descobre Jesus como boa notícia e esperança de plena
salvação, para si e para o mundo. É no encontro com
ele que a pessoa experimenta o amor com que Jesus
nos ama pessoalmente. Neste encontro nasce uma forte
adesão da pessoa a Cristo, a ponto dela, daqui para
a frente, crer em Cristo e investir tudo Nele e no
Reino que Ele anuncia. Nasce assim o discípulo de
Cristo”.
(Cardeal Dom Cláudio Hummes)
-
OFICINA DE
SANTA TERESINHA
Maria Aparecida de Mello
Urso
Colabora, confeccionando enxovais para os bebês de
gestantes carentes. Toda quarta-feira às 13h.
ORNAMENTAÇÃO
Maria Kurokawa
Grupo responsável para ornamentar a Igreja para a
Liturgia que aí será celebrada. A ornamentação serve de
suporte e envolvência à Liturgia, e está a seu serviço, com
simplicidade e amor.
SAÚDE Evany
Torres
Oração e evangelização,
através de visitas no Hospital de Base, levando conforto espiritual, carinho,
amizade e amor a todos que desta pastoral estiverem
necessitados.
SOBRIEDADE
Maria das Graças Ghiselli
A Pastoral
da Sobriedade é a atuação da Igreja na prevenção
e recuperação de dependentes QUÍMICOS E
EMOCIONAIS.
Na Paróquia
de Santa Teresinha, essa Pastoral já atua há
dois anos.
Todas as
quartas-feiras, às 20horas o grupo se reúne para
vivenciar um passo do programa de vida proposto
pela pastoral. Esse programa consiste na
vivência efetiva e contínua dos 12 passos
resumidos na seguinte oração:
Oração
da Sobriedade:
Senhor,
ADMITO minha dependência dos vícios e
pecados, e que sozinho, não posso vence-los.
Liberta-me.
Senhor,
CONFIO em Ti, ouve o meu clamor.
Cura-me...
Senhor,
ENTREGO minha vida, minhas dependências, em
Tuas mãos. Espero em Ti.
Aceita-me.
Senhor,
ARREPENDIDO de tudo que fiz, quero voltar
para Tua graça, para a casa do Pai.
Acolhe-me.
Senhor,
CONFESSO meus pecados, e publicamente, peço
Teu perdão e o perdão dos meus irmãos.
Absolve-me.
Senhor,
RENASÇO, no Teu Espírito, para a sobriedade.
o homem velho passou, eis que sou uma criatura
nova.
Batiza-me.
Senhor,
REPARO, financeira e moralmente, a todos
que, em minha dependência, eu prejudiquei.
Ajuda-me a resgatar a minha dignidade e a
confiança dos meus.
Restaura-me.
Senhor,
PROFESSO, que creio na Santíssima Trindade,
e peço a ajuda da Igreja, com a intercessão de
todos os santos. Instrui-me na Tua Palavra.
Senhor,
ORANDO E VIGIANDO, para não cair em
tentação, seremos perseverantes nos Teus
ensinamentos. Dá-me a Tua Paz.
Senhor,
SERVINDO, a exemplo de Maria, nossa Mãe e
mãe de todos, queremos gratuitamente, fazer dos
excluídos, nossos preferidos, através da
Pastoral da Sobriedade.
Senhor,
CELEBRANDO, a Eucaristia, em comunidade com
os irmãos, teremos força e graça, para
perseverarmos nesta caminhada. Alimenta-nos no
Corpo e Sangue de Jesus.
Senhor,
FESTEJANDO, os 12 passos para a sobriedade
cristã, irmanados com todos, na mesma esperança,
por um século sem drogas, queremos partilhar e
anunciar, Jesus Cristo Redentor, pelo nosso
testemunho. Amém.
Piedade
Redentora de Cristo, dai-nos a Sobriedade (3X).
SOCIAL
Carlos Benedito de Souza Camargo
Co-responsabiliza-se efetivamente na promoção
e no serviço social aos mais necessitados.
Aqui na Paróquia de Santa Teresinha, estão
envolvidos diretamente com a ATEMJE -
Associação Teresinha do Menino Jesus.
VOCACIONAL
Aparecida de Fátima Tavares e Célio Antonio Lopes
Grupo de pessoas que
trabalham para criar uma consciência vocacional na
comunidade, despertando, favorecendo e promovendo, na
Comunidade, o seguimento das diversas vocações.
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